No que acreditamos

Nosso movimento é sobre uma ideia que, caso seja implementada, pode elevar a qualidade de vida onde vivemos. A ideia é: o que desejamos para nossa sociedade é a maior felicidade possível com, antes de tudo, o menor sofrimento possível. O que isso implica para cada um de nós é que devemos ter o objetivo de criar mais felicidade no mundo ao redor e menos sofrimento. Se cada um de nós tomar isso como objetivo, haverá uma melhora radical em nossas sociedades.

Para isso, podemos fazer uso do mais recente conhecimento científico sobre as causas da felicidade e sofrimento, que vem se somar significativamente à sabedoria antiga. Devemos usar esse conhecimento de todo modo que pudermos para criar mais felicidade em nossos lares, ambiente de trabalho e em nossas comunidades.

Isso necessariamente afeta como conduzimos nossas vidas pessoais, como criamos nossas crianças, como nos comportamos no trabalho e como políticas públicas são executadas. E devemos ter sempre em consideração a felicidade das gerações futuras, do mesmo modo como consideramos a nossa.

Nossos valores fundamentais e no que se baseiam

1. Cada um de nós pode afetar a própria felicidade e a felicidade das pessoas ao redor

Há uma vasta gama de ações comprovadas que podemos executar para aumentar a felicidade, tanto para nós quanto para os outros. Embora parcialmente determinada por fatores além do nosso controle — como nossos genes e as circunstâncias — nossa felicidade é significativamente afetada pelas escolhas conscientes que fazemos e pelo modo como escolhemos reagir ao que nos acontece. A felicidade também é contagiosa, então quando nos sentimos bem, também contribuímos para tornar os outros à nossa volta mais felizes.

2. Precisamos dar prioridade às coisas que provocam felicidade

Relações pessoais positivas são os fatores “externos” que mais contribuem para a felicidade. Devemos colocar as pessoas em primeiro lugar e fazer tudo que pudermos para criar relações positivas, amorosas e colaborativas em nossas famílias, organizações e comunidades.

Boa saúde mental é o fator “interno” que mais contribui para a felicidade. Devemos cuidar de nossa saúde emocional e psicológica tanto quanto nossa saúde física e precisamos oferecer um suporte muito maior às pessoas sofrendo com ansiedade e depressão.

3. Ajudar os outros é essencial para uma sociedade mais feliz

O individualismo autocentrado não é uma rota para a felicidade. Ajudar os outros é algo que contribui bastante para a felicidade de quem recebe, mas isso também nos torna mais felizes e saudáveis. Doar nos conecta entre nós, dá sentido e faz com que aceitemos mais a nós mesmos e os outros. Isso cria comunidades mais fortes e ajuda a construir uma sociedade mais feliz para todos.

Leia mais
- Nossa visão para uma sociedade mais feliz
- Nosso patrono, o Dalai Lama
- Precisamos de um movimento para promover a ética secular 
- Respostas para os céticos em relação à felicidade